Caso Aylla, exemplo de perseverança
agosto 12, 2008
Familiares, colegas e amigos de Aylla Botelho Almeida, a advogada de 24 anos, que morreu em agosto de 2006, vítima de “negligência médica” iniciaram no sábado (9) e encerram hoje (12), uma panfletagem para lembrar e protestar pela morte de Aylla. Os familiares acusam os médicos da cooperativa Unimed de terem sido negligentes no atendimento A manifestação acontece nos principais cruzamentos da cidade de Manaus.
Para também oferecer meu apoio à família, publico aqui o cado Aylla:
Segundo informações publicadas na mídia, Aylla deu entrada na Unimed no dia 11 de agosto, por conta de uma forte crise de asma. Ela foi medicada com Prometasina e foi liberada. A medicação causou sonolência e, ao voltar para casa, a advogada bateu o carro. Em seguida ela retornou ao Pronto-Socorro da Unimed/Manaus, no entanto foi detectado apenas um corte no joelho e ela liberada pelo neurologista.
Ao ver a filha pálida, o pei de Aylla pediu que fosse feita outra avaliação. Assim, ela foi encaminhada à sala de cirurgia, onde sofre hemorragia e uma parada cardiorrespiratória que a matou a moça.
Trecho das informações que constam no folheto:
“Essa é a nossa batalha” E, ainda que seja com muita dor, com ela contribuímos para diminuir a sensação de impunidade que assola todos nós. Que Deus permaneça nos dando força para continuarmos nossa luta, que, ressaltamos, não é contra a classe médica, mas contra esses médicos que foram totalmente negligentes no atendimento de nossa filha”.
Conscidência?
Após do ato de protesto, a Unimed iniciou uma forte campanha televisiva no horário nobre.